Bate bola jogo rápido..
1. Nome completo?
Raihane Matias Barbosa
2. Porque lhe deram esse nome?
Porque uma amiga da minha mãe deu a sugestão e ela agradou!
3. Você faz pedidos às estrelas?
Sim, e peço a mesma coisa á 3 anos.
4. Quando foi a última vez que você chorou?
ontem
5. Gosta da sua letra?
detesto
6. Gosta de pão com o que?
Não como pão, engorda.
7.Quantos filhos você tem?
0
8. Como se chamam e quantos anos eles têm?
..
9. Se vc fosse outra pessoa, seria seu amigo?
Sim claro!
10. Tem um diário?
Tenho uma agenda/diário e um diário virtual
11. Você é sarcástico?
Muito muito muito....aprendi com o Hermes e Renato kkk
12. Saltaria de bungee-jump?
Lógico!é um objetivo de vida...
13. Desamarra os sapatos antes de tirá-los?
Só meu all-star roxo, o resto não....
14. Acredita que você seja uma pessoa forte?
To tentando criar tríceps....rsrsr creio q sim
15. Seu sorvete favorito?
Chocolate, brigadeiro,flocos...
16. Quanto calça?
34
17. Vermelho ou Preto?
Os 2 listrados
18. O que menos gosta em você?
Atualmente não gosto do meu peso
19. O que mais gosta em você?
Ah meu jeito hiper mega exagerado
20. De quem você sente saudades?
Sinto saudades da minha falecida melhor amiga....e também de todos meus amigos do quarteto fantástico original (incluindo o surfista prateado)
22. Descreva que roupa e calçado vc esta usando agora?
baby doll rosa e descalça
23. Qual foi a ultima coisa que comeu hj?
tomei coca
24. O que vc esta escutando agora?
meu estômago
25. A última pessoa com quem falou ao telefone?
o cara da plano funerário
26. Bebida favorita?
Refri de guaraná com laranja
27. Comida favorita?
Chuchu com cebola
28. Filme de terror ou com final feliz?
Final feliz, já que quase nunca a realidade é compatível é bom fantasiar....
29. Último filme que viu no cinema e com quem?
ta chovendo hamburguer....soznha (q treva)
30. Dia Favorito do ano?
Inicio da primavera
31. Inverno ou verão?
Verão, pouca roupa...=)
32. Beijos ou abraços?
Abraços e MUITOS BEIJOS JUNTOS!
33. Sobremesa favorita?
Cocada,doce de banana e pudim
36. Que livro está lendo?
a obra poética do Fernando Pessoa
37. O que tem na parede do seu quarto?
Tinta branca e um painel cheio de fotos de amigos
38. O que assistiu ontem a noite na TV?
superpop
39. Onde foi lugar o mais longe que vc foi?
Espírito santo....
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não atem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que sogue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não atem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que sogue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Dai-me rosas e lírios,
Dai-me flores, muitas flores
Quaisquer flores, logo que sejam muitas...
Não, nem sequer muitas flores, falai-me apenas
Em me dardes muitas flores,
Nem isso... Escutai-me apenas pacientemente quando vos peço
Que me deis flores...
Sejam essas as flores que me deis...
Ah, a minha tristeza dos barcos que passam no rio,
Sob o céu cheio de sol!
A minha agonia da realidade lúcida!
Desejo de chorar absolutamente como uma criança
Com a cabeça encostada aos braços cruzados em cima da mesa,
E a vida sentida como uma brisa que me roçasse o pescoço,
Estando eu a chorar naquela posição.
O homem que apara o lápis à janela do escritório
Chama pela minha atenção com as mãos do seu gesto banal.
Haver lápis e aparar lápis e gente que os apara à janela, é tão estranho!
É tão fantástico que estas coisas sejam reais!
Olho para ele até esquecer o sol e o céu.
E a realidade do mundo faz-me dor de cabeça.
A flor caída no chão.
A flor murcha (rosa branca amarelecendo)
Caída no chão...
Qual é o sentido da vida?
Dai-me flores, muitas flores
Quaisquer flores, logo que sejam muitas...
Não, nem sequer muitas flores, falai-me apenas
Em me dardes muitas flores,
Nem isso... Escutai-me apenas pacientemente quando vos peço
Que me deis flores...
Sejam essas as flores que me deis...
Ah, a minha tristeza dos barcos que passam no rio,
Sob o céu cheio de sol!
A minha agonia da realidade lúcida!
Desejo de chorar absolutamente como uma criança
Com a cabeça encostada aos braços cruzados em cima da mesa,
E a vida sentida como uma brisa que me roçasse o pescoço,
Estando eu a chorar naquela posição.
O homem que apara o lápis à janela do escritório
Chama pela minha atenção com as mãos do seu gesto banal.
Haver lápis e aparar lápis e gente que os apara à janela, é tão estranho!
É tão fantástico que estas coisas sejam reais!
Olho para ele até esquecer o sol e o céu.
E a realidade do mundo faz-me dor de cabeça.
A flor caída no chão.
A flor murcha (rosa branca amarelecendo)
Caída no chão...
Qual é o sentido da vida?
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